domingo, 20 de abril de 2008

Preto no branco




As palavras são de quem as escreve e as sabe utilizar…
Não de quem as lê, ou tenta interpretar!
Vingança, prato que sei saborear frio…
Se não me sobes-te respeitar,
Eu vou saber muito bem como fazer para te desrespeita…
Se me sobes-te acertar,
Eu vou saber muito bem como não te falhar…

E sabes, qual o único prazer que isto me traz?
É o prazer de saber que não te proporciona prazer algum…

E hoje digo-te:
São palavras sem valor próprio,
Mortas por ti,
Sem vida para mim,
Moribundas que me obedecem a letra
Exercito que assombrar os teus sonhos quando eu desejar!

Não te devo nada…
Tu pelo contrário deves-me muito!
E tudo se paga em vida nesta terra.

No entanto tenho a convicção,
Que o nosso próximo encontro,
Será na fila dos céus…
Na qual tenho a certeza,
De poder acenar-te cá de traz
Pois, estarás sem dúvida, lá…
Bem a minha frente!
Vitima de todos esses teus vícios,
Vitima dos olhares sujos que os outros gajos te punham em cima quando sorrias,
Vitima dessa tua farda que era pequena de mais e que mal te servia…






By:AtmaSpeculom (Sr_Próprio)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O Islão - Parte 2


A ascensão do Ocidente não tem paralelo na história mundial. A região da actual Europa Ocidental tinha sido considerada, durante séculos, como uma região atrasada, que se ligara à cultura greco-romana no Sul e a pouco e pouco desenvolvera a sua “versão” de cristandade e a sua forma de cultura agrária. A Europa Ocidental mostrava-se retardatária em relação ao império cristão de Bizâncio, onde o império romano se mantinha. Durante os séculos XII e XIII, os países da Europa Ocidental puseram-se mais ou menos a par das outras culturas centrais e, no século XVI, iniciaram um profundo processo de transformações que permitiram ao Ocidente "suplantar" o resto do mundo. Esse ascendente foi alcançado de forma brilhante e singular, sendo semelhante à emergência dos muçulmanos como grande potência mundial, durante os séculos VII e VIII. No entanto, os muçulmanos de então, não tinham conseguido uma tal hegemonia mundial.
Quando os Otomanos levaram a cabo a reorganização do exército em moldes ocidentais, na esperança de conter a ameaça da Europa, os seus esforços foram infrutíferos por serem demasiado superficiais. Para bater a Europa no seu terreno, uma sociedade agrária convencional teria de se transformar profundamente e recriar as suas diversas estruturas ou institutos sociais, económicos, educativos, religiosos, espirituais, políticos e intelectuais. Isso teria de ser feito celeremente na tentativa de travar a ameaça e expansão Ocidentais, algo que se avizinhava impossível, uma vez que a Europa tinha necessitado de quase três séculos para conseguir tal evolução.
A nova sociedade Europeia e das suas colónias americanas tinha uma base económica diferente, baseada na tecnologia e investimentos que permitiam reproduzir “infinitamente” os seus recursos, não sendo já afectados pelas diversas limitações próprias de uma sociedade agrária. No século XVI, realiza-se uma revolução científica e cultural na Europa, o Renascimento. Em todos os campos se verificaram avanços e as invenções e descobertas não cessavam, o progresso parecia irreversível. O investimento e inovação eram tamanhos que, no século XIX, surge a Revolução Industrial, de contributo incomensurável para o aumento da quase inabalável confiança ocidental, cada vez mais direccionada para o futuro.
A natureza progressista da sociedade moderna e de uma economia industrializada significava que tinham de se expandir continuamente. Eram necessários novos mercados quando os dos países de origem estivessem saturados. Como tal, os países da Europa Ocidental iniciam um processo de colonização em países fora da Europa moderna com o objectivo de incluir as novas colónias na sua rede de comércio. A colónia teria de ser transformada e modernizada segundo padrões europeus e a sua via financeira e comercial racionalizada e incluída no sistema ocidental. Tudo isto fazia com que os muçulmanos se sentissem duplamente ameaçados (domínio europeu e mutação e modernização em moldes ocidentais da sua sociedade).
Esta colonização foi sentida pelas colónias, ainda com sociedades marcadamente agrárias, como invasiva, perturbadora e estranha. A modernização foi, inevitavelmente, superficial nas colónias, pois era impossível implementar a alta velocidade um processo que tinha demorado cerca de três séculos a adquirir maturidade na Europa.
Os países europeus e os americanos conseguiram modernizar-se ao seu próprio ritmo e estabelecer os seus planos de “evolução”; já os países colonizados tiveram de modernizar-se muito mais rapidamente e foram forçados a conformar-se com os programas de outros (europeus). E, enquanto o processo de “evolução” dos países europeus e americanos subentendia os conceitos de inovação e autonomia, nos países em desenvolvimento, o processo de “evolução” ficou antes marcado por uma perda de autonomia nacional. Em vez de inovação, os países em desenvolvimento "modernizaram-se" através de uma "mímese imposta" pelo mundo Ocidental, o qual estava já num nível muito avançado.
O mundo islâmico foi profundamente convulsionado por este processo de modernização pouco tolerante e sustentável, nomeadamente, quanto às culturas locais. E, em vez de se afirmar como uma pretensa potência dominadora da civilização mundial, o Islão foi “diminuído” pelas potências ocidentais. Os muçulmanos foram desprezados (no amplo sentido do termo) pelos colonialistas, que estavam tão embrenhados no sistema civilizacional ocidental que se “arrepiavam” com o atraso, ineficiência, fatalismo e corrupção da sociedade muçulmana. Tinham portanto uma visão assaz simplificadora desta civilização (e de outras), pois baseada num ideal progressista (ainda muito impregnado em pleno século XXI), isto é, num ideal que simplesmente não tem em conta as diferenças conjunturais e contextualizantes que "criam" uma dada civilização; segundo os Europeus, a sociedade islâmica era profundamente "atrasada" (uma opinião que maior parte das pessoas hoje partilha e nem questiona) simplesmente porque era diferente da sociedade europeia, ora esta dificuldade em aceitar algo tão simples como a diferença de uma outra civilização não permitiu aos Europeus compreender o porquê dessa diferença e como tal, desrespeitá-la, impondo-lhe, através da empresa colonial, o já falado processo ocidentalizado de modernização. Foi precisamente para resistir a esse processo ocidentalizado imposto aos locais, que surge "aquilo" que enfadonhamente já foi falado vezes sem conta, mais uma vez nos media - o Fundamentalismo Islâmico.
A partir dos finais do século XIX, surgem diversos movimentos de libertação e independência das colónias árabes (a França tinha estendido o seu domínio a toda a zona magrebina; o Reino Unido tinha colonizado a Índia e o Egipto, só para referir alguns; a Itália tinha invadido a Líbia; entre outros exemplos), maioria alcançaria o sucesso durante a segunda vaga de descolonização, após a 2ª Grande Guerra.
Já durante os séculos XX e XXI, o papel da civilização islâmica no macro-sistema global foi sendo engrandecido (sobretudo monetariamente) devido à abundância de petróleo em diversos países árabes. Apesar da desenvoltura da solidariedade no mundo islâmico nas últimas décadas, devido à “nova vaga” de “intimidação” do mundo ocidental (as guerras do Afeganistão e do Iraque conduzidas pelos apelidados "infiéis"[EUA e UE sobretudo] e o conflito Israelo-Palestiniano), a unidade pan-islâmica tem encontrado diversos obstáculos, nomeadamente a permanência e aprofundamento de conflitos entre as duas principais facções do islamismo, os xiitas e os sunitas.
Quando já se fala em terceira Intifada e em Guerra Santa, conceito aliás "denegrido" e "reinventado" pelos media, reafirmo a necessidade de conhecer um pouco melhor o que é afinal o Islão, nem que de uma forma quase tópica, até porque o tempo não me permite muito mais e aquilo que ambiciono é que, pegando nestes "tópicos" - já por si algo elucidativos - e tomando-os como espécie de um "guia", explorem mais este tema sobre o qual há um vastissimo portfólio, mas nem todo ele é contido de informação, ou seja, explorem, mas sempre com um espírito crítico, pois parcialidade e "desinformação" é o que não falta (não só quanto a este tema).


(no próximo segmento sobre o Islão [Parte 3] tentarei expor, topicamente, alguns conceitos-base, alertando-vos desde já que quando tratamos de conceitos, ao contrário do que muitos pensam (e alguns se arrogam), a "doutrina" não é exacta; porém, procurarei expor aquilo que me parece ser mais coerente e de harmonia com a realidade. Até mais.)

segunda-feira, 31 de março de 2008

Ir-me


Onde vais?
Vou-me embora…
Estou farto de incompreensões!
De incompreendidos...
Vou-me…
E sem medo...
Sem ninguém!


Apenas munido de um saco de pontos e vírgulas,
que me ajudarão a lançar as minhas palavras a todo o ser, que se a treva fitar-me…


Sou o único vidente nesta terra de cegos,
Dizem-me rico por utilizar palavras caras!
Pobres coitados…
(Desisto mesmo!)


Parto para conhecer o mundo....
viajar sem destino...
Sem tempo...
Sem horas…!
Deixo de dar valor ao dinheiro,
fiquem todos com ele!
Pois estou pronto...

Posso agora olhar para o céu e gritar:
Venho a caminho...!
Pensar no passado...
Caminhando com o futuro!
E finalmente após umas boas horas de marcha,
Quando os meus pés me começarem a doer...
Pensar bem alto: QUE SOU LIVRE...
Pois "Nunca se vai tão longe como quando não se sabe para onde se vai "(Cristovam Colombo)

No entanto
Por vezes penso…
Que mais vale viver num apogeu de dúvidas,
incertezas e suposições,
Alimentadas por expectativas,
sonhos e criatividade,
sem sofrimento, protegidos numa “gaiola dourada”…

Do que,
viver na certeza de não ter,
frustrado de não estar a altura…
Acumulando e amontoando as poucas recordações que possa ter,
neste meu pensamento desorganizado…

Mas...
Só as duvidas, nos podem fazer sentir vivos!
Só as respostas, nos podem viver esse sentir.
Só o tempo nos faz entender o que é o medo
E por fim só o medo é que nos pode fazer tentar!

By:Sr_Próprio

domingo, 23 de março de 2008

O Islão - Parte 1


Para falarmos de algo devemos antes conhecer e compreender afinal do que se trata esse algo. Dado ser um tema actual, um tema que está presente no nosso quotidiano quer seja pelo que ouvimos nos media quer pelas conversas que temos com os colegas, um tema que cada vez mais necessita de ser efectivamente debatido e compreendido, pois o mediatismo e a expansão - religião que mais fiéis conquista por ano - que goza o Islamismo, neste momento, faz desta religião algo assaz importante no século XXI. Não que o Islão não tivesse já relevância, mas o mediatismo que alcançou neste século, sobretudo devido às supostas "ligações" ao terrorismo afirmadas reiteradamente por politólogos e jornalistas, afirmações essas maior parte das vezes infundadas e essas sim "fundamentalistas" (pisaram "solo" para lá do bom senso), tornam necessário compreender o que é afinal o Islão e delimitar algumas fronteiras para que não hajam mal entendidos. Bem, combater esse senso comum que domina maior parte dos que escutam os media cega e acriticamente é aquilo que me proponho fazer, ou pelo menos em parte, dada a hercúlea missão e a simplicidade do “artigo”. Não o farei de uma forma opinativa (quem sou eu para tal), mas simplesmente descritiva e factual, até porque não pretendo ser “enfadonho” e o Islão tem muito que se lhe diga, ou melhor, que se diga sobre ele. Porém, não deixarei de aprofundar a temática até ao que me parece necessário para um conhecimento “básico” do assunto; afinal o que com este “artigo” pretendo é suscitar a vossa capacidade crítica perante as “curiosidades” que vos apresento, a(s) minha(s) opinião(ões) tenho-a(s) formada(s), mas deixá-la(s)-ei para mais tarde.


Por agora "postarei" apenas uma brevíssima cronologia do Islão (até 2001).


Breve Cronologia do Islão:

• 570 d.C.: Nascimento de Muhammad (Maomé) em Meca.
• 595: Casamento de Muhammad com Cadija, uma viúva rica.
• 610: Segundo a tradição muçulmana, Maomé recebe a revelação da sua missão profética enquanto meditava no Monte Hira em Meca.
• 613: Maomé começa a pregar em público a sua mensagem religiosa.
• 615: Perseguição dos primeiros muçulmanos pelos Coraixitas. Uma parte deles foge para a Abissínia.
• 619: Morte de Cadija e do tio de Maomé, Abu Talib.
• 622: Emigração de Maomé e dos seus seguidores de Meca para Medina (Hégira). O evento marca o início do calendário islâmico.
• 630: Conquista de Meca.
• 632: Morte de Maomé (8 de Junho). Morte de sua filha, Fátima.
• 632-634: Califado de Abu Bakr.
• 634-644: Califado de Umar.
• 635: Conquista de Damasco.
• 639: Conquista do Egipto.
• 640: Conquista da Pérsia.
• 644-656: Califado de Uthman.
• 653: Data de canonização do texto do Alcorão.
• 656-661: Califado de Ali.
• 657: Batalha de Siffin entre o exército Omíada e os partidários de Ali.
• 661: Assassinato de Ali por um carijita. Muawiyyah I torna-se o primeiro califa Omíada.
• 661-750: Dinastia Omíada.
• 678: Morte de Aixa, uma das mulheres de Maomé.
• 680: Martírio de Hussein, filho de Ali e neto de Maomé, em Karbala.
• 711: Conquista da Península Ibérica por árabes e berberes.
• 711-712: Conquista do Vale do Indo.
• 750: Queda dos Omíadas e ascensão dos Abássidas.
• 762: Fundação de Bagdade, capital dos Abássidas.
• 767: Morte do erudito legal Abu Hanifa.
• 855: Morte do erudito legal Ibn Habal.
• 870: Morte de Bukhari, compilador da Hadith.
• 970: Fundação da mesquita Al-Azhar no Cairo.
• 1090: Hassan i Sabbah Toma a Fortaleza de Alamut, Criando a Ordem Ismaelita dos Assassinos
• 1099: Os Cruzados tomam Jerusalém.
• 1162: Hassan II de Alamut abule a Sharia em Teerão, fundando um Estado Gnóstico ismaelita sob domínio dos Assassinos na região.
• 1166: Hassan II de Alamut é assassinado e sucedido por Mohhamed II.
• 1187: Saladino reconquista Jerusalém aos Cruzados.
• 1210: Hassan III de Alamut restaura o Ismaelismo original em Teerão, os seguidores de Hassan II e Mohhaamed II migram para a Índia, influenciando o futuro Ismaelismo Hindú (Khojas).
• 1256: Os Mongóis conquistam Alamut e quase a totalidade dos domínios dos Assassinos. A Ordem desaparece por séculos.
• 1258: Os Mongóis conquistam Bagdade. Fim da dinastia Abássida.
• 1453: Conquista de Constantinopla pelos Turcos Otomanos.
• 1492: Fim do Reino de Granada na Península Ibérica. O seu território é integrado na Espanha.
• 1517: Os Otomanos conquistam o Egipto. O imperador otomano toma o título de califa.
• 1609-1614: Expulsão dos muçulmanos de Espanha.
• 1798: Napoleão invade o Egipto.
• 1818: A Comunidade Ismaelita (nas sombras desde a queda de Alamut pelos Mongóis) ressurge quando o Xá do Irão dá ao governador da província Kermen o título de Aga Khan, existente até os dias actuais.
• 1917: Abolição do califado.
• 1947: Independência do Paquistão, baseada na sua maioria muçulmana em relação à Índia hindu, da qual se separa.
• 1979: Revolução Islâmica conduzida pelo aiatola Khomeini e Criação da República Islâmica do Irão.
• 1992-1999: Os nacionalistas sérvios e croatas matam sistematicamente e forçam os habitantes muçulmanos da Bósnia e do Kosovo a abandonarem as suas casas.
• 1993: Israel e os Palestinianos assinam os Acordos de Oslo.
• 2001: Surgimento do Estado Islâmico do Afeganistão.

(muito tenho a agradecer aos colegas que comigo realizaram um trabalho acerca desta temática vai para um ano, muito do que aqui será publicado é baseado nessa pesquisa)


sexta-feira, 21 de março de 2008

Sejam bem vindos...


Hoje, dia 21 de Março, decidi iniciar uma nova experiência com alguns amigos. Resolvemos publicar alguns textos, ideias, pensamentos, experiências.....Mas Freedmen Times porquê? Freedmen, isto é, Homens Libertos da Escravidão, não num significado literal, mas antes conotativo. Expliquemo-nos melhor, o ser humano ao expressar-se de forma escrita (para o que aqui interessa) liberta-se não só dos pensamentos que o "escravizam" e atormentam, mas também do próprio contexto que o rodeia, a sociedade e as suas concepções, numa espécie de terapia. Times porque relatamos coisas que nos acontecem num tempo definido e porque também contamos actualizar o blog regularmente, como se de um diário se tratasse. Bem, não me quero alongar muito mais, queria apenas dar-vos as boas vindas a este nosso blog e dizer que conto com os vossos comentários por singelos que sejam e vos pareçam. Um bem haja a todos.


O vosso apoio é o garante do nosso sucesso!


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Sábado dia 22 de março de 2008

Bem parece-me que agora é a minha vez...
Sejam todos bem vindos caros leitores, e como disse o meu colega,
Sim o vosso apoio é incondicional para o nosso sucesso...
Só assim, nos podem incentivar a escrever, mais e quem sabe talvez melhor...
Apresento-me, sou o Sr Próprio, tenciono comentar artigos que me pareçam importantes e obrigatórios para um bom conhecimento geral da vida quotidiana. Contem também com alguns textos de reflexão, opinião sobre um temática que me suscitou curiosidade, relembrar dias temáticos como dia da sida, da mulher, da poesia, liberdade etc e remeter estes dias no contexto histórico, dar a conhecer pessoas que a sua vida e obra sejam importantes no contexto nacional e internacional mas que infelizmente muitas vezes são esquecidos.
Preparem-se para ter muitas piadas, umas minhas outras de quem mas contou, será mesmo para se MATAREM A RIR, historias e aventuras baseadas em factos verídicos...e quem sabe... talvez mais qualquer coisa!
O que me incentivou a participar nesta aventura foi a noção que tenho de o que é ser cidadão,
no contexto em que podemos ajudar os outros a melhor encarar a vida, quais os nossos deveres perante a sociedade, como ir mais longe…
Conto com as vossas mais sinceras criticas, afirmando desde já que estas serão sempre bem-vindas, sendo tudo um ciclo um desequilibro que sugere um equilibro, e assim infinitamente , uma vez que só assim, podemos evoluir!
Saudações a todos…